O Pavilhão Industrial Bradco II representa o crescimento da marca e o seu reconhecimento internacional, que exigiram a ampliação da unidade industrial num novo projeto arquitetónico que prolonga a alma da empresa e afirma o seu futuro.

A Bradco II nasce da necessidade de espaço, mas também do desejo de representar, em arquitetura, a precisão e a elegância que definem a marca.
Mais do que uma extensão física, é uma declaração de continuidade: um edifício que respira o mesmo espírito da Bradco original.
Projetada para acolher mais de quatrocentos colaboradores, a nova unidade é pensada como um organismo vivo, onde produção e criação coexistem em harmonia.


A inspiração surge do próprio território.
A pedra da região, firme e sóbria, segura o edifício à sua terra. O vidro, em amplos panos de fachada, abre o espaço à paisagem de Castelo de Paiva, permitindo que a luz dialogue com o ritmo da produção.
Entre os dois materiais, o metal da pala estrutural cria um elo entre tradição e modernidade: uma ponte simbólica que une as duas unidades e reflete a transparência dos processos que ali se desenvolvem.






No interior, a arquitetura organiza-se de forma racional.
A zona central dedica-se à produção, funcionando como o coração operativo do edifício, enquanto gabinetes, áreas técnicas e espaços de apoio se distribuem pelas alas laterais.
A luz natural assume um papel preponderante em todo o projeto, contribuindo para a qualidade do ambiente de trabalho, reduzindo a dependência de iluminação artificial e evitando a sensação de um espaço industrial fechado.




Um edifício que traduz a precisão artesanal em escala industrial, que celebra a luz e o trabalho, e que se abre à paisagem como quem retribui o que dela recebe.










Pavilhão Industrial Bradco II, um projeto de arquitetura industrial EmParalelo
Entre pedra e vidro, entre a mão e a máquina, a Bradco II é o espelho de uma marca que soube transformar a sua própria história em arquitetura industrial.
A Bradco II afirma-se como um exemplo de arquitetura industrial no Norte de Portugal, onde funcionalidade, rigor técnico e sensibilidade arquitetónica coexistem, demonstrando o papel da arquitetura na qualificação do espaço de trabalho e na valorização do investimento industrial
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